
Se receber uma proposta da Europa, Maxi López não arrumará as malas correndo, pegará a esposa Wanda Nara por um braço, o filho Valentino por outro e partirá em disparada para o aeroporto. Ele não vê necessidade em retornar ao Velho Continente agora. Porém, mesmo feliz no Grêmio, o argentino não descarta deixar o Olímpico. Ele adota aquele velho discurso de que será preciso avaliar o que é melhor para ele e para o clube. - O Grêmio também tem que analisar. Sou do FC Moscou, mas também é o Grêmio quem precisa analisar. Eu estou bem, estou tranquilo, as pessoas me tratam bem. Se chegar algo, vamos ver o que é melhor para o Grêmio e para o jogador – disse Maxi.
O Werder Bremen, da Alemanha, estaria de olho no gringo. Para ficar com ele, o Grêmio precisa bancar 1,5 milhão de euros (R$ 3,96 milhões) por 50% dos direitos federativos do atacante, que tem contrato de empréstimo com o clube gaúcho até o fim do ano. Por enquanto, Maxi trata de valorizar o momento que vive no Olímpico. Ele disse que não recebeu propostas de fora.
- Estou tranquilo aqui. Consegui uma regularidade de jogo, de gols, que é muito importante para mim. A torcida também influencia muito. É melhor para trabalhar assim. Estou contente também com os companheiros de time. Penso em seguir com essa sequência e crescer um pouco mais para seguir conquistando vitórias e fazendo gols – comentou o camisa 16. A diretoria diz que não cederá o jogador por qualquer proposta. O Grêmio quer muito dinheiro por ele – bem mais de 3 milhões de euros (R$ 7,91 milhões), segundo o diretor de futebol do Tricolor, Luiz Onofre Meira. Antes de poder vender o jogador, o clube gaúcho precisa comprá-lo, e busca parceiros para isso.
Existe uma divergência sobre a existência de uma multa rescisória no contrato de empréstimo de Maxi com o Grêmio. O clube gaúcho diz que há uma cláusula com um valor estipulado, mas o empresário do atleta, Fernando Otto, fala o contrário.
O Werder Bremen, da Alemanha, estaria de olho no gringo. Para ficar com ele, o Grêmio precisa bancar 1,5 milhão de euros (R$ 3,96 milhões) por 50% dos direitos federativos do atacante, que tem contrato de empréstimo com o clube gaúcho até o fim do ano. Por enquanto, Maxi trata de valorizar o momento que vive no Olímpico. Ele disse que não recebeu propostas de fora.
- Estou tranquilo aqui. Consegui uma regularidade de jogo, de gols, que é muito importante para mim. A torcida também influencia muito. É melhor para trabalhar assim. Estou contente também com os companheiros de time. Penso em seguir com essa sequência e crescer um pouco mais para seguir conquistando vitórias e fazendo gols – comentou o camisa 16. A diretoria diz que não cederá o jogador por qualquer proposta. O Grêmio quer muito dinheiro por ele – bem mais de 3 milhões de euros (R$ 7,91 milhões), segundo o diretor de futebol do Tricolor, Luiz Onofre Meira. Antes de poder vender o jogador, o clube gaúcho precisa comprá-lo, e busca parceiros para isso.
Existe uma divergência sobre a existência de uma multa rescisória no contrato de empréstimo de Maxi com o Grêmio. O clube gaúcho diz que há uma cláusula com um valor estipulado, mas o empresário do atleta, Fernando Otto, fala o contrário.
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